sábado, 13 de junho de 2009

Mucosidade no SHEN*

Mucosidade no Shen* pela Medicina Tradicional Chinesa é quando a pessoa está com a visão turva, quando não consegue "ver" a realidade e fica nessa "maturbação mental", diria que seria uma definição bem básica sobre a mucosidade do Shen*.

Por que estou falando isso?

Porque vivemos nesse mundo louco e muitas vezes, eu diria que na maioria das vezes, não vivemos, simplesmente passamos pela vida. Isso acontece pela mucosidade do Shen*. Exemplos:
- Por que não consigo resolver esse problema?
- Por que a vida é tão cruel comigo?
- Será que estou no caminho certo?
- Será que essa foi a melhor escolha?

O caminho que você está é o caminho certo, com seus erros e acertos, com as suas quedas e suas levantadas. Se não estiver passando fome é isso ae. Levanta sacode a poeira e dê a volta por cima.

Não adianta trabalhar somente no energético, a mente ajuda muito a melhorar essa situação, mas a força de vontade de agir e de mudar paradigmas, conceitos, valores para que você viva melhor é duro, é um processo lento, mas quando termina é uma etapa vencida.

A mucosidade é algo pegajoso, escuro, turvo, imagine a sua mente assim. Pois é, muitas vezes ela é assim, quando a gente vê o que não existe, quando tem ciúmes de coisas que não tem nada a ver e por aí vai e com isso vem o desequilíbrio energético que se perdurar pode acarretar em algo material, ou seja cai no físico.

Por isso, o meu conselho de hoje: mudança de paradigmas para que a mucosidade não chegue ao nosso SHEN*.

Abraços e boas reflexões
Namastê

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Eterno namoro

Este texto não é de minha autoria, entretanto é interessante estar aqui por uma vida mais simples ;)

Uma das causas apontadas para as separações conjugais tem sido o tédio. Aos poucos, a relação que era cálida, doce, vai assumindo um caráter de mesmice, cansaço e rotina.
 
Os dias do namoro parecem longínquos, quase apagados, surgindo na tela mental como lembranças ligeiras, vez que outra. 
 
São os filhos que surgem, exigindo cuidados e atenções. É o trabalho profissional que requisita redobrado empenho. São as tarefas domésticas, repetitivas e cansativas. 
 
Com tudo isto, cada cônjuge vai realizando o que lhe compete, qual se fosse um autômato, um robô. 
 
Nada que escape à rotina das horas e dos dias. Até o lazer do final de semana, as visitas aos pais de um e de outro, seguem programação prévia, com dia e hora marcadas. 
 
Não é de admirar que os anos tragam para o aconchego do casal o tédio. Com ele, o desinteresse pelo outro, o relaxamento nas relações e a frieza.

Observando, no entanto, essas relações conjugais duradouras, que completam bodas de prata, de ouro, temos que convir que é possível manter acesa a chama do amor, no transcorrer dos anos. 
 
O amor pode ser comparado a delicada flor, necessitada de cuidados constantes a fim de não fenecer. 
 
O romantismo que caracteriza o período do namoro deve ser mantido. 
 
Importante não abandoná-lo à conta de conceitos como: Isto é para os jovens ou Já passou o meu tempo. 

Existem atitudes mínimas que dão um especial sabor e um quê de novidade ao relacionamento. 
 
Um telefonema, em plena tarde, inesperado, somente para indagar: Como passa minha amada? 
 
Uma flor colhida no jardim, no frescor da manhã e colocada à mesa do café. Um toque diferente. 
 
Levantar-se antes do outro, preparar uma bandeja com carinho e servir o café na cama. Quantas mulheres sonham com tal deferência! 
 
Um final de semana inédito. Por que não deixar as crianças com os avós ou com a babá e sair para um passeio a dois, redescobrindo a lua, contando estrelas, a ver se o bom Deus já não providenciou outras tantas, desde a época do namoro... 
 
Surpreender o afeto com uma declaração de amor, uma observação gentil ao cabelo, ao traje. 
 
Pequeninas coisas. Quase insignificantes. Mas que fazem a grande diferença entre a rotina e o delicado e perene tempero do amor que nunca fenece. 
 
* * * 
 
Aproveite as horas enquanto você segue lado a lado com seu amor e fale-lhe do que sente, de como ele é importante em sua vida. 
 
Não permita que o tempo transcorra sem um gesto de carinho, uma palavra de ternura. 
 
Decida-se por reviver os dias do namoro, sempre novos, uma descoberta constante do outro. 
 
Não deixe para amanhã, nem programe para o dia do aniversário. Execute hoje, agora, enquanto é tempo pois que ninguém sabe a hora da partida, quando ficarão somente muitas palavras não ditas, muitos abraços não dados e uma saudade de tudo que não se demonstrou para o outro em afetividade, amor e dedicação.


Namastê

segunda-feira, 1 de junho de 2009

As cercas de nossas vidas

Já perceberam que vivemos cercados?

As cercas de nossas vidas, que nos limita, que nos pune, que nos prende. Cercas que originam-se de nossa consciência, sociedade, julgamentos...

Até chegar um belo dia e você resolve pular qualquer uma dessas cercas. Primeiro vem o sentimento de aventura, excitante, bacana... 

Pula uma vez, tudo bem, ninguém percebeu. Foi legal, deu uma mexida nesta minha vida convencional, poxa, até melhorou. Pula de novo, opa ninguém percebeu. Acho que não tem problema de dar mais umas puladinhas... E por aí vai, pulando uma cerca aqui e outra ali, até que um dia esta cerca quebra.

Hum... quebrou, agora virou problema. E agora? Vão descobrir que a cerca quebrou! Pior, não tenho mais a minha cerca para pular.

Não importa o motivo que o levou a pular esta cerca. Não importa se procurou, se apareceu, pois de uma forma ou de outra, a abertura foi dada para que isso acontecesse. Agora é assumir essa cerca quebrada, primeiro pra você mesma, depois para as cercas que ainda lhe rodeiam.

Seguir o caminho é assumir o caminho que escolheu, mesmo que seja para pular outras cercas, não somente a dos relacionamentos, mas as cercas da profissão, da auto-estima... É libertar-se, é saber viver.

Mas com um aprendizado, vale a pena pular essas cercas? Ou, até onde é válido pular essas cercas? Quais cercas mais pesam? Quais cercas valem a pena serem puladas? Seria uma fuga?

É igual ao programa de sexta depois do Globo Reportér: "Tudo novo de novo". A música canta o seguinte: "Tudo novo de novo, a gente se jogar de onde já caímos..."

Boas reflexões.

Namastê