domingo, 25 de abril de 2010

Por que os jovens estão morrendo?

É cada dia mais notório que os jovens estão envelhecendo precocemente. Muitos adquirindo doenças como câncer em uma idade que nem sequer passaria pela cabeça.

Por que isto acontece?

Seria o mundo que anda tão louco e desvairado, exigindo cada vez mais de tudo e de todos?

Nós seres humanos damos conta do recado? Aliás, recado para quê?

Para quê tanta pressa? Para quê tantos recados? Para quê tantas exigências?

É muita coisa que se passa em nossas mentes que esquecemos de cuidar de nossos corpos, de nossa vida. Falta compaixão, principalmente por nós mesmos.

Respeite-se, antes que seja tarde demais.

Boas reflexões.

Namastê

domingo, 18 de abril de 2010

O poder de uma amizade

Hoje em dia o mundo anda muito corrido, não?

Tempo para relacionamentos? Bobagem... As amizades rolam de acordo com a rotina em que você vive. Mas são eles amigos de verdade? Aqueles que sabemos que podemos contar a qualquer hora e a qualquer momento? Será que são mesmo?

Enfim, muitas vezes os são, mas podemos nos enganar, pois nunca temos tempo para pensar nos amigos de verdade.

Você abriria mão de sua carreira por um amigo? Tipo, você teria êxito as custas de um amigo, mesmo sabendo que perderia sua amizade?

O que é uma amizade mesmo?

Um bom exemplo de amizade é o filme "Mary e Max - uma história diferente".

Boas reflexões.

P.S. Para aqueles que você julga seus amigos, deixe um alô.

domingo, 11 de abril de 2010

Mães más

Esse texto não é de minha autoria, mas é muito interessante!
Boas reflexões

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que eles soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós
pegamos isto ontem e queríamos pagar".

Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto deles, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por eles, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que eles poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram).

Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estou contente, venci. Porque no final eles venceram também!

E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer: "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo."

As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.

As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.

Ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.

Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).

Era quase uma prisão.

Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.

Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil".

Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade e, quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.

A nossa vida era mesmo chata.

Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.

Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).

Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:
nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de
vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa dela.

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "pais maus", como minha mãe foi.

Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes "mães más".


Dr. Carlos Hecktheuer - Médico Psiquiatra

domingo, 4 de abril de 2010

Feliz Páscoa!

A Páscoa nos lembra chocolates, mas a maioria pensa no real significado?

A quaresma é uma época de purificação, alguns não comem carne vermelha - hoje em dia a maioria nem lembra disso - mas digamos que para muitos não comer carne vermelha seria muito fácil. Tem pessoas que ficaram sem comer aquilo que mais gosta, como por exemplo: chocolate.

É interessante, pois seria como um sacrifício pela data, acho louvável, pois nos faz refletir um pouco, mas sabe o que é mais interessante? Quando acaba você não consegue voltar com a força total, volta aos poucos e no fundo percebe que não é tão dependente o quanto achava que era.

É um exercício muito bacana e ainda acho que não precisamos esperar a quaresma do ano que vem para nos sacrificarmos, podemos começar hoje mesmo. Em vez de sair gastando e comprando tudo compulsivamente, que tal simplesmente sair sem o cartão de crédito? Verá que consegue entrar e sair do shopping com as mãos vazias.

Quando preenchemos o vazio com matéria o resultado é imediato, porém continuará vazio.

Boas reflexões

Namastê